A cadeia produtiva da Associação Cultura em Foco: o artesanato como impulsionador do desenvolvimento sustentável local

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  • Data de Criação 9 de outubro de 2021
  • Ultima Atualização 9 de outubro de 2021

A cadeia produtiva da Associação Cultura em Foco: o artesanato como impulsionador do desenvolvimento sustentável local

O fazer artesanal constitui importante atividade econômica, cultural e social. Sobre sua importância econômica ressalta-se a inclusão de mulheres e jovens na atividade produtiva, que pode ser realizada concomitantemente com afazeres domésticos ou estudo, além do baixo investimento para criar-se este posto de trabalho. Sobre os aspectos culturais, relata-se a valorização da cultura da região produtora deste artesanato. No que tange os aspectos sociais ressalta-se a valorização da autoestima, além dos laços pessoais criados entre os produtores dos artefatos. Assim sendo esta pesquisa tem como objetivo analisar a cadeia produtiva da Associação Cultura em foco de Santa Luzia do Itanhy tomando como base os parâmetros do desenvolvimento sustentável local nas dimensões social, ambiental e econômica com especial enfoque sobre as condições de trabalho e vida dos artesãos. Para tal, o estudo está dividido em duas partes. A primeira é fundamentada teoricamente a partir de pesquisa bibliográfica, e trata da relação entre design artesanato, além das premissas do desenvolvimento sustentável local. A segunda parte diz respeito ao objeto empírico analisado, que é a cadeia produtiva da Associação Cultura em foco, e sua participação no projeto de fomento ao artesanato “Cultura em foco”, do IPTI. Para levar a cabo a tarefa de comparar as premissas teóricas com as práticas realizadas, foi realizado um estudo de caso, nos moldes propostos por Yin (2003) e Goldenberg (2004). Como conclusões das pesquisas podemos inferir que, embora a Associação tenha recebido diversos cursos de capacitação, assim como intervenções de design, os pressupostos determinados pelos autores aqui utilizados, no que diz respeito a desenvolvimento sustentável local não são observados devido a causas externas à realidade local dos trabalhadores.

AUTORIA: Dinah de Sousa Costa

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